Empreender é isso aí: quem é do dia vai pra noite, quem é da noite vai pro dia
Junho 5, 2009, 1:04 am
Arquivado em: Empreendedorismo
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Amir Slama. É esse o nome do homem que fez a cara da moda praia do Brasil. Em 1993, fundou a Rosa Chá, sua marca de beachwear. Em 1997, surgem as franquias e, depois disso, foi um pulo para conquistar o Brasil e o mundo. Com 25 lojas no país, duas no exterior, 450 multimarcas nacionais e 200 espalhadas pelo mundo, a Rosa Chá é referência ímpar em biquínis e maiôs. No entanto, toda essa magnitude não foi suficiente para satisfazer Slama, que vem trocado o calor da sua moda praia pelo frio e agito da madrugada. O estilista, que há tempos é sócio do Club A, em Moema, e, desde o ano passado, do restaurante-lounge 3P4, no Itaim-Bibi, ambos em São Paulo, embarca agora numa nova – e radical – etapa de sua vida: deixa o comando da sua marca e está prestes a inaugurar mais um clube, Mokaï, na rua Augusta. Quem assume o estilo da Rosa Chá é, nada mais, nada menos, que um dos maiores estilistas do país, aquele que vestiu a noite underground paulistana na década de 1980 e que tem a caveira como ícone de sua criação, Alexandre Herchcovitch.

Os estilistas Amir Slama e Alexandre Herchcovitch
Pode parecer estranho: um estilista que não só se consagra como se torna referência em moda praia no Brasil e no mundo deixa sua marca de sucesso para investir na noite. E outro estilista que tem estilo completamente diferente do anterior é quem assume o comando da marca de beachwear. “O que me levou a deixar a Rosa Chá foi a consciência que adquiri de ser um estilista empreendedor e não um estilista executivo”, afirma Slama, que, mesmo tendo trocado o dia pela noite, não abandonou a máquina de costura. É ele quem fez todo o uniforme dos funcionários no novo clube prive, cuja inauguração será amanhã e já tem uma lista de VIPs confirmados. Podem chamar de loucura, de burrice ou de imaturidade. Na verdade, isso só são pessoas que não se satisfazem quando alcançam um objetivo. Buscam outros, aceitam desafios e embarcam em um futuro que só Deus sabe – mas pelo menos eles acreditam.
Por Mateus
3 Comentários
Estagiário ou “escraviário”?
Junho 4, 2009, 5:39 pm
Arquivado em: Cultura Corporativa
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Essa semana no caminho para a faculdade eu me deparo com a seguinte frase do programa humorístico a “hora do zodículo”: “errar é humano e mais humano ainda é quando errar colocar a culpa no estagiário”. Apesar de ser uma brincadeira, essa frase mostra o comportamento de muitas empresas em relação aos seus estagiários, este comportamento que na maioria das vezes possui uma íntima relação com a cultura organizacional da empresa. Exemplo disso é a Ambev e sua agressividade no modo de gerir seus negócios, sabe-se que esta atua em um setor altamente competitivo e que talvez este comportamento seja necessário, sendo assim, desde o processo seletivo de estagiários a empresa busca pessoas com esse perfil, colocando-as em situações que este possa ser facilmente identificado. Como por exemplo, a escolha do pior candidato da dinâmica e a ridicularização de seus erros na frente de todos os concorrentes.
Essa metodologia não ocorre somente com os candidatos a estagiários, mas também com os próprios funcionários, o que levou a empresa a ter que pagar uma indenização de R$70 mil a um ex-funcionário por humilhações diárias e maus tratos. O ex-funcionário alegou que diariamente ele e outros funcionários eram submetidos, no final do dia, a uma reunião que tinha por objetivo “motivar”. Àqueles que não atingiam a meta eram punidos em frente aos colegas. Segundo ele, diversas vezes foi obrigado a fazer flexões, apoios e polichinelos até ficar cansado. Punições como ser pisado pelo chefe também eram comuns. O vendedor alega ter sido submetido à revista íntima, totalmente despido, juntamente com outros colegas, por uma suspeita de roubo. Depoimento de outros funcionários, ouvidos durante o processo, comprovaram que um dos supervisores da cervejaria portava arma de fogo e canivete militar de grande porte, tendo dado tiros no emblema da empresa concorrente. Segundo os depoimentos, era comum ao supervisor aplicar “safanões, tapas nas costas, gravatas e xingamentos nos empregados, forçando os demais a xingarem em coro, quando o empregado chegava atrasado.”
Voltando aos estagiários, ainda existem empresas que esquecem que esse indivíduo está ali para aprender e que além de trabalhar também estuda, fato esse que levou a reformulação da lei de estágio para diminuir a carga horária de trabalho. Contudo, mesmo sabendo da situação do estagiário, este trabalha em diversos dias horas a mais do que deveria, prejudicando sua formação acadêmica. Muitas empresas de consultoria administrativa possuem este formato de estágio, em contrapartida, oferecem os mais diversos benefícios aos estagiários, até mesmo pagamento integral ou em parte dos mais diversos cursos, como por exemplo, de inglês.
Essa metodologia não ocorre somente com os candidatos a estagiários, mas também com os próprios funcionários, o que levou a empresa a ter que pagar uma indenização de R$70 mil a um ex-funcionário por humilhações diárias e maus tratos. O ex-funcionário alegou que diariamente ele e outros funcionários eram submetidos, no final do dia, a uma reunião que tinha por objetivo “motivar”. Àqueles que não atingiam a meta eram punidos em frente aos colegas. Segundo ele, diversas vezes foi obrigado a fazer flexões, apoios e polichinelos até ficar cansado. Punições como ser pisado pelo chefe também eram comuns. O vendedor alega ter sido submetido à revista íntima, totalmente despido, juntamente com outros colegas, por uma suspeita de roubo. Depoimento de outros funcionários, ouvidos durante o processo, comprovaram que um dos supervisores da cervejaria portava arma de fogo e canivete militar de grande porte, tendo dado tiros no emblema da empresa concorrente. Segundo os depoimentos, era comum ao supervisor aplicar “safanões, tapas nas costas, gravatas e xingamentos nos empregados, forçando os demais a xingarem em coro, quando o empregado chegava atrasado.”
Voltando aos estagiários, ainda existem empresas que esquecem que esse indivíduo está ali para aprender e que além de trabalhar também estuda, fato esse que levou a reformulação da lei de estágio para diminuir a carga horária de trabalho. Contudo, mesmo sabendo da situação do estagiário, este trabalha em diversos dias horas a mais do que deveria, prejudicando sua formação acadêmica. Muitas empresas de consultoria administrativa possuem este formato de estágio, em contrapartida, oferecem os mais diversos benefícios aos estagiários, até mesmo pagamento integral ou em parte dos mais diversos cursos, como por exemplo, de inglês.
Por Priscila
que vai usufruir por mais tempo do planeta percebe o próprio planeta e até onde vai seu interesse pelo assunto.





produtos derivados do leite, além disso, esse documento editado na França informa que o brasileiro Catupiry é o único no mundo nesse gênero. Percebe-se, portanto, que o produto se tornou sinônimo de categoria, o que pode ser interpretado de forma positiva e negativa para a empresa. Visto que devido ao segredo de fabricação, os produtos de seus concorrentes são inferiores ao da Catupiry, mas devido ao sinônimo de categoria muitos consumidores confundem esses produtos com o da marca, o que é agravado devido à similaridade das embalagens. Essa associação pode ser negativa porque muitos consumidores acreditam – ao comprar os produtos dos concorrentes – que a qualidade do Catupiry decaiu quando não ocorreu.