
A nova iorquina Cosmopolitan Magazine e a paulistana Nova: a versão brasileira nem denuncia que é uma publicação licenciada

Versões brasileira, sul africana e portuguesa da revista Men's Health, uma das principais publicações masculinas sobre saúde física e boa forma
Por Mateus
Arquivado em: Internacionalização

The Hug, criação mais conhecida do artista plástico Romero Britto
Com cores e formas alegres e contrastantes, que denotam um estilo artístico único e lúdico, as pinturas do pernambucano Romero Britto se tornaram mundialmente conhecidas. Para o excurador da Bienal de Arte de São Paulo, Agnaldo Faria, as obras de Romero são divertidas, mas sem expressão artística. “Ele é um ilustrador”, resume, ao afirmar que suas obras “jamais fariam parte de uma mostra como a Bienal”. Seja arte ou não, a verdade é que Britto já chega a ser cogitado a integrar o time dos ícones da arte pop, como Andy Warhol e Roy Lichtenstein. Suas ilustrações caíram no gosto de celebridades, como Madonna, Bill Clinton, Michael Jordan e até mesmo de Paloma, filha de Pablo Picasso. O pernambucano, radicado em Miami, na Flórida, já criou peças publicitárias e embalagens para Absolut, Pepsi-Cola, Disney, IBM, Apple e também foi inspiração para coleções de moda de importantes estilistas, como o brasileiro Amir Slama (Rosa Chá), a americana Nicole Miller e os italianos Enrico Coveri e Gai Mattiolo.
Arquivado em: Internacionalização

Ainda na saga Zara – modelo a se seguir – vamos falar um pouquinho sobre o modelo de internacionalização adotado pelo grupo Inditex, para sua unidade carro chefe.
Foi em Dezembro de 1988 que se deu a primeira abertura de uma loja Zara fora do território espanhol. Depois do sucesso em Portugal, o objetivo do grupo passou a ser o de levar a fast fashion Zara para as principais capitais de moda. O modelo adotado foi o de “franchising”, também conhecido como franquias, que nada mais é que oferecer um pacote personalizado de serviços, recursos e marca como meio de alcançar mercados mais distantes e culturas diversas.
Já na parte da produção, o grupo optou por investir no modelo de ou seja, terceirizar serviços, por ser a única forma de obter as peças de vestuário just-in-time e com menores custos. O segredo do sucesso da empresa está no seu formato. Enquanto tradicionalmente a indústria de moda produz as roupas e depois investe em marketing para vender aos clientes, a Zara procura saber o que os clientes querem para depois produzir e vender nas lojas. Mantendo estoques baixos e alta renovação nas prateleiras. Isso só é possível devido a uma estrutura verticalizada: quem dita o rumo da empresa não é a fábrica, mas sim as lojas.
Até então, o modelo não pode ser questionado, visto que vem dando resultado para o grupo Inditex, que, mesmo em tempos de crise e contra todas as análises de mercado que apontam para a queda no consumo, inaugurou em 2008, mais uma empresa de moda e pretende replicar o consagrado modelo de negócios da Zara, para a nova rede de lojas de acessórios.
Por Bruna Navas