O melhor emprego do mundo
Junho 4, 2009, 2:46 pm
Arquivado em: Recursos humanos
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Em Janeiro desse ano o estado de Queensland, na Austrália, divulgou uma vaga para o “melhor emprego do mundo”, este consiste em ser o zelador de uma ilha paradisíaca na Austrália. O local de trabalho será a ilha Hamilton, uma das 600 que formam a Grande Barreira de Corais. O contrato do empregado prevê um salário de 105.000 dólares por seis meses, o equivalente a cerca de 20.000 dólares por mês. Além disso, o novo funcionário também terá direito a passagens aéreas gratuitas para poder viajar a partir de seu país de origem, e não precisará se preocupar com a sua moradia, afinal o governo australiano disponibilizará uma casa com três quartos e sacadas com vista para o mar, além de um buggy para o transporte na ilha.
Em contrapartida, o zelador da ilha paradisíaca terá que coletar correspondências, passear pelas areias brancas, alimentar tartarugas marinhas e peixes, “talvez limpar piscinas” e observar o mergulho das baleias. Outra responsabilidade do novo funcionário será fazer posts diários em um blog, incluindo fotos e vídeos mostrando como foi o dia. Os pré-requisitos exigidos para conseguir a vaga são simples: ser um excelente comunicador e saber escrever e ler em inglês. A descrição da vaga informa que não é preciso ter qualificações acadêmicas, porém, é necessário saber nadar e ter espírito aventureiro e, somado a isso, não pode ser tímido porque deverá conversar com a imprensa rotineiramente.
Para de candidatarem os interessados deveriam ter preenchido uma ficha no site da vaga até o dia 22 de fevereiro, quando se encerraram as inscrições. Junto com a ficha era preciso enviar um vídeo de 60 segundos. No início de maio, onze candidatos participaram de uma entrevista e percorreram a ilha Hamilton. O selecionado começará a trabalhar a partir do dia 1º de julho. Falando em selecionado o grande sortudo foi Southall, um britânico de 34 anos, que conseguiu “derrotar” os outros 15 finalistas e cerca de 35.000 candidatos de quase 200 países.
Por Priscila Lugero
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