If I Kotler, why dont’t you?


De muito bom gosto
Junho 4, 2009, 8:18 pm
Arquivado em: Responsabilidade Social Organizacional
 
O Dossiê Universo Jovem da MTV busca conhecer os valores, as atitudes e o comportamento do jovem brasileiro. Os temas pesquisados são diversos – família, religião, educação, sexo, poder de consumo e hábitos de mídia – mas a edição de 1 de setembro foi mais longe: sustentabilidade. O objetivo era saber como a geração anuncio_comestivelque vai usufruir por mais tempo do planeta percebe o próprio planeta e até onde vai seu interesse pelo assunto.
 
A proposta do dossiê universo jovem da MTV não foi o que mais chamou a atenção. O motivo desse post é o anúncio que foi feito pela sempre inovadora MTV. Com o intuito de mostrar que a pesquisa foi a fundo no tema, a emissora desenvolveu, em conjunto com a agência Loducca, um anúncio comestível. E eu, comi.

Se o gosto da tal página não era bom, o contrário pode-se dizer da ação. Muito acertada e muito pertinente dentro do contexto. A campanha conta também com um hot site onde os jovens participam de concursos de receitas com o tal do anúncio. Tem de tudo: de tapioca MTV e rocambole trufado à sopa de letrinhas.
 
Assim que eu experimentei o anúncio, duas coisas vieram na minha cabeça. A primeira, o custo dessa ação. E por último, e mais importante, como seria se todas as revistas, jornais, mídia impressa em geral, resolvessem trabalhar com o tal do papel comestível. E mais, se todos os leitores passassem a, depois de ler, comê-los. Gente, que economia não? Só peço uma coisa pra quem desenvolve essa coisa: da próxima vez, anexa um pacotinho de sal e a tabela de calorias.
 
Para ver os resultados da pesquisa clique aqui.

 Por Bruna Navas



Responsabilidade social do fio à tesoura
Junho 4, 2009, 3:06 pm
Arquivado em: Responsabilidade Social Organizacional

jabaquara

Nessa onde de sustentabilidade muitas empresas mostram que podem ser socialmente responsáveis sem estar ajudando, necessariamente o meio ambiente, mas atuando em outras formas de responsabilidade social, como por exemplo, na comunidade, na educação, na cultura, no lazer, nas leis trabalhistas e nas leis e impostos em geral. Uma dessas empresas é a rede de cabeleireiros SOHO, que realiza uma campanha de corte de cabelo a preços populares, sendo que a desse ano ocorreu durante o Festival Japonês da Zona Norte e foram oferecidos cortes de cabelo por sete reais e esmaltação de unhas por cinco.


A renda foi integralmente revertida para as entidades Yassuragui Home – centro de Reabilitação Social em Guarulhos, que realiza atendimento a pessoas com problemas mentais reversíveis – e para a Associação Amigos do Mirante Jardim São Paulo, entidade que atua na Zona Norte da capital promovendo trabalhos assistenciais com crianças e a comunidade em geral.


Dessa forma, a empresa se torna socialmente responsável com a sua própria atuação ao oferecer um serviço à comunidade e, posteriormente, ao ajudar as duas associações com a renda obtida pela campanha de corte de cabelo a preços populares.

Por Priscila Lugero



Responsabilidade Social ao avesso
Maio 23, 2009, 10:04 pm
Arquivado em: Responsabilidade Social Organizacional

         

Em tempos onde “responsabilidade social” virou moda, alguém veio me dizer uma coisa que achei muito interessante. Tão interessante, que um dia desses voltando pra casa, considerei importante trazer isso pro blog.    


          Muito se ouve falar de medidas que devem ser tomadas para ajudar o planeta e o meio ambiente. Umas são bem inovadoras – como o faça.xixi.no.banho – outras nem tanto, como não deixar torneira ligada enquanto lava a louça, desligar o chuveiro para se ensaboar e, novo-logo-globo1talvez a mais batida de todas, manter as luzes apagadas quando não for necessário que estas estejam acesas. Foi em meio de todo esse burburinho de que todos, principalmente as empresas, precisavam ser green, que um prédio chamou a atenção.


         O prédio da Rede Globo de Televisão atraiu a atenção dos mais radicais do assunto quando, simplesmente por livre e espontânea vontade, mantém todas as luzes – e, diga-se de passagem, são muitas – acesas durante toda a noite, mesmo quando a empresa não está funcionando.


          A justificativa para tal ato é simples. O fato é que em prédios como o da Globo, que depende quase completamente de energia para funcionar, sai mais em conta (para o bolso e para o meio ambiente), manter as luzes acesas do que ligar todos os aparelhos todos os dias, porque a carga de energia é muito alta, e acaba consumindo mais. Contas foram feitas e depois de comprovado tal fato, a medida foi adotada por muitas outras empresas. Afinal, responsabilidade social agente vê por aqui.


           Por Bruna Navas